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quarta-feira, 31 de março de 2010

Cine-Theatro Central - 81 anos

Juiz de Fora ganharia seu teatro definitivo, o Cine-Theatro carregandoCentral, em 30 de março de 1929.
O primeiro passo para a construção foi a fundação, pela sociedade formada por Francisco Campos Valadares, Químico Corrêa, Diogo Rocha e Gomes Nogueira, em junho de 1927, da Companhia Central de Diversões. Um ano antes, eles adquiriram o barracão de ferro e telhas de zinco do Polytheama, outro precário teatro da cidade, instalado no terreno entre a rua São João e a antiga rua da Califórnia, hoje Halfeld, e demolido para ceder lugar ao Central.

Coube à companhia construtora de Pantaleone Arcuri, que já começara a mudar a face arquitetônica deJuiz de Fora, fazer o projeto do novo teatro. Raphael Arcuri, o arquiteto, não economizou na grandiosidade e o orçamento acabou ultrapassando as possibilidades financeiras da companhia, obstáculo superado com uma medida providencial - a entrada do próprio patriarca dos Arcuri na sociedade.

Assim teve início a construção do Central, empreitada que tomaria um ano e quatro meses de obras. Não seria o edifício mais alto de Juiz de Fora, nem sua primeira construção em concreto armado, mas sem dúvida um empreendimento ousado, em que se destacava o amplo vão sem pilastras da platéia, sustentado por uma estrutura metálica vinda da Inglaterra, que atemorizou os menos informados sobre ecarregandosta solução arquitetônica arrojada – um “triunfo da técnica”, como viria a ser saudada.

O edifício de linhas sóbrias e retas, ao estilo art déco, e fachada discreta, ganhou suntuosa ornamentação artística interna, assinada pelo pintor italiano Ângelo Bigi, radicado no Brasil. Bigi pressentiu que aquela seria a sua grande obra. Legou ao Central uma decoração de sabor de antiguidade clássica, com cenas de ninfas e faunos em jardins românticos e paradisíacos, uma Arcádia mitológica que exala paz, harmonia e felicidade. Ao centro, medalhões com as efígies de grandes mestres da música: Wagner, Verdi, Beethoven e o nosso Carlos Gomes. Enfim Juiz de Fora podia se orgulhar de contar com um teatro digno de sua importância econômica, política e cultural.

Um pouco de nós mesmos

Tem dias em que nos pegamos pensativos, cheios de dúvidas, incertezas...
Precisamos dar um tempo pra nós mesmos... nos reencontrarmos, chegarmos em nosso eixo.

Tenho pensado muito nisso: em como meio eixo está deslocado, ou em como ele não se adapta ao resto do mundo. Tenho reparado o quanto a "justiça" é injusta; o quanto lutamos pra nada; o quanto de tempo dispensamos  para várias coisas que não nos dão retorno; o quanto as pessoas são mesquinhas e cruéis com elas e com seus próximos; o quanto somos bobos de esperar algo de pessoas que sequer se importam com elas mesmas, o que nos levaria a crer que se importariam com os outros?!

tenho pensado que seriamos bem melhores se a cada da nos importássemos realmente em sermos melhores dentro de nós; se promovessemos uma grande mudança de pensamentos e atitudes, abrindo-nos para o mundo, para os outros, para a vida de maneira mais real, aberta, isenta de qualquer pre-julgamento que possa vir a existir.

penso que só o desejo de sermos melhores já nos faz melhores.

ainda tenho muito o que escrever, mas por agora é só. termino com uma letra de mongol, cantada belamente por oswaldo montenegro, muito propícia ao momento:

AGONIA

Se fosse resolver
iria te dizer
foi minha agonia
Se eu tentasse entender
por mais que eu me esforçasse
eu não conseguiria
E aqui no coração
eu sei que vou morrer
Um pouco a cada dia
E sem que se perceba
A gente se encontra
Pra uma outra folia
Eu vou pensar que é festa
Vou dançar, cantar
é minha garantia
E vou contagiar diversos corações
com minha euforia
E a amargura e o tempo
vão deixar meu corpo,
minha alma vazia
E sem que se perceba a gente se encontra
pra uma outra folia

quinta-feira, 11 de março de 2010

Regulamentação do Historiador

COMISSÕES / Assuntos Sociais
10/03/2010 - 16h21


Projeto que regulamenta profissão de historiador é aprovado na CAS

A Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) aprovou nesta quarta-feira (10) o PLS 368/09, projeto de lei que regulamenta a profissão de historiador. O autor da proposta é o senador Paulo Paim (PT-RS). O texto foi votado em decisão terminativa.

O relator da matéria, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), afirmou durante a votação desta quarta que "esse projeto não impede o desempenho da atividade de historiador por aqueles que o fazem por vontade própria ou vocação; apenas garante para os respectivos cargos públicos a exigência do diploma de historiador".

O projeto define que a profissão de historiador poderá ser exercida pelos diplomados em curso superior de graduação, mestrado ou doutorado em história. As atividades desse profissional são, de acordo com o projeto, o magistério; a organização de informações para publicações, exposições e eventos sobre temas históricos; o planejamento, a organização, a implantação e a direção de serviços de pesquisa histórica; o assessoramento para avaliação e seleção de documentos para fins de preservação; e a elaboração de pareceres, relatórios, planos, projetos, laudos e trabalhos sobre temas históricos.

Em seu voto pela aprovação do projeto, Cristovam observa que, atualmente, a atividade do historiador não está mais restrita à sala de aula e que a presença desse profissional é cada vez mais requisitada pelos centros culturais, museus, assessoria e consultorias a empresas de publicidade, turismo e produtores de cinema, jornalismo e televisão. Por esse motivo, o relator se manifesta favoravelmente a que a profissão seja valorizada e reconhecida legalmente.

Turismólogo

Também foram aprovadas pela CAS as quatro emendas da Câmara ao projeto de lei que regulamenta a profissão de turismólogo. Essa proposta (que agora tramita no Senado como ECD 290/01) foi apresentada em 2001 pelo então senador Moreira Mendes. O relator das
emendas na CAS foi o senador Geraldo Mesquita Júnior (PMDB-AC).

Da Redação / Agência Senado

(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

domingo, 7 de março de 2010

Dia Internacional da Mulher

Chegou o dia da mulher - nacional ou internacional não faz assim tanta diferença - e com ele todos os discursos prontos sobre o feminismo, a "evoluçã" das mulheres ao longo dos anos na sociedade machista...
bah, tudo uma grande besteira.
não quero ser lembrada num dia só. quero ser lembrada todos os dias.
porque é todo dia que mato um leão à unha - muito bem feita, com esmalte e até uma pedrinha que brilha!
quero ser lembrada pelas coisas boas que faço, pelo mundo que não anda muito bem, mas que tento muda-lo todos os dias, ainda que o máximo que eu possa fazer seja dar um sorriso a quem passa na rua.
não quero um dia só meu pra ganhar uma rosa na rua: quero fores todos os dias, sorrisos, abraços e amores, pra encher meus caminhos de cores, de alegrias e de conquistas, que corro muito atrás.
quero que recnheçam meu trabalho todos os dias. que vejam o  quanto é dificil ser mulher, mãe e professora, tudo de uma vez só e ainda ter que conciliar isso com uma vontade imensa de mudar o mundo, que de tão grande não cabe no peito.
quero que todos sejam respeitados, idependente serem meninos ou meninas e pra isso não é preciso um dia da mulher - que injustiça! não temos um dia dos homens!
quero que os homens sejam doces, mandem flores, poemas e ocntinuem trocando nossas lampadas e abrindo nossos vidros de palmito.
quero todo mundo em paz e pronto, sem essas besteiras que se dizem por aí, sem politicagem, sem intenções terceiras.
já chega... não tem mais coisa com coisa aqui.
amanhã trabalho cedo e tenho qu eir.

quinta-feira, 4 de março de 2010

sobre o coração

e um dia a gente aprende que nada na vida vale mais a pena do que seguir o nosso coração.
aprende que pra cada passo que se dá há um risco e que correr risco é tão importante quanto respirarmos.
a gente aprende que viver uma vida inteira sem amigos é impossíivel, que eles são especias e que devem ser amados intensamente e mais, que devem saber disso.
a gente aprende que amigos dizem "eu te amo" e que é de uma forma tão sincera que chega a doer, afinal, pra ter nos escolhido por amigos e pra cultivar nossa amizade é preciso conhecer nossos defeitos e respeita-los; é saber nossos limites e nunca ultrapassa-los; é nos entender sem palavras, até mesmo sem estar perto.
então, isso aqui é pros meus amigos que amo grandão...