Visitas da Dy

quinta-feira, 6 de junho de 2013

O Papel de Deus


Não é que eu não acreditasse em Deus. É que eu era cientista. É que eu não gostava mesmo dessa ideia de ter alguém responsável por guiar a minha vida.
Em uma outra teoria, eu achava mesmo era que Deus jogava xadrez com a gente, só que como ele já sabia de tudo, acabava “roubando” no jogo: puxa, vida! Jogar xadrez com um cara que sabe qual vai ser a sua próxima jogada é derrota na certa!
Passei noites em claro tentando entender essa relação entre o humano e o divino. Li livros, li a Bíblia, vi filmes, conversei com amigos religiosos e outros nem tanto. Ninguém conseguia, de fato, me aclarar as ideias, acalmar os ânimos ou dar uma resposta satisfatória à minha pergunta contundente: qual o papel de Deus na minha vida?
Depois de anos sem por os pés em uma igreja, muitas cabeçadas, meia dúzia de vitórias e dúvidas que me faziam um turbilhão na cabeça eu resolvi dar uma chance para mim mesma. Reatei meu contato com Deus. Confesso que foi tudo muito tênue, muito tímido, mas mudanças comearam a acontecer.
Hoje é impossível negar que há uma mão superior que guia nossos caminhos, acolhe nossas dores e nos prepara para dias melhores. É inegável que ele se vale de muitas pessoas para se fazer notar. E é incrível a maneira como por mais que sejamos duros e teimosos, Deus não desiste de nós e está pronto para nos dar um caminho de vitórias e alma sossegada se nos permitirmos ter um contato mais próximo com Ele.
Um dia me disseram que a oração era a chave para todos os problemas. Hoje eu tenho certeza que ela é a melhor coisa que podemos fazer: orar pra agradecer todas as dádivas e para pedir aquilo que seja o melhor para nós.
De uns tempos pra cá Deus te falado grandemente em minha vida pela boca de pessoas queridas, pelo mexer de suas mãos em meus caminhos e, sim, Ele é o dono de tudo aquilo que me faz feliz e andar com ele tem sido maravilhoso.

Voltemos á questão: qual o papel de Deus na minha vida? O principal, o do diretor, o do roteirista, deixando-me livre para escolher a minha atuação, não por descuido ou displicência, mas por amar demais e saber que todo bom filho à casa torna...

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