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segunda-feira, 19 de abril de 2010

Sempre sabemos a hora?

Segundo minhas teorias malucas, sempre sabemos as respostas que procuramos, mas complicamos as coisas meio que por prazer, ou por não querer ver o que se apresenta sob os nossos olhos por vários motivos: conveniência, comodismo, indiferença.

Tentando seguir uma linha de raciocínio lógico cheguei à mais nova questão que me aflige: sempre sabemos a hora de agir?

É muito pertinente essa pergunta, principalmente se partimos do ponto de que já conhecemos as respostas que procuramos, então, deveríamos saber a hora de agirmos também.

Sou uma criatura que sempre está se questionando, criando e recriando conceitos, buscando entender melhor esse mundo pra tentar me ajustar a ele, uma vez que não acho meu lugar por aqui.

Nessa busca pela sintonia é preciso não se cansar de levar problemas, hipóteses e prever a hora certa de se tomar decisões que podem mudar tudo.

Medir as palavras é coisa que não faço, logo, pago altos preços pela intensidade que elas causam em quem não as quer ouvir.
Mudar as atitudes é difícil, uma vez que, acreditando ter razão, sigo em frente sempre. E quem é que não acha que tem a razão?

O fato é que é preciso saber a hora de entrar, de sair, de virar tudo de pernas pro ar e, como diria  a Josi ligar o botãozinho chamado f*** (piiiiiiii) é censurado! - mas pelos bons costumes, claro!

Resolvi, depois de muito pensar virar tudo de pernas pro ar: trocar coisas certas por duvidosas, dar tiros no escuro, buscar aventuras por mares "nunca d'antes navegados".

A sensação que isso traz é um misto de alívio, por me livrar de coisas que antes pareciam me prender como algemas imaginárias, mas tão fortes quanto as reais; e um medo de me lançar no desconhecido, num abismo que pode trazer novos vôos gloriosos ou o risco de uma queda fatal.

Assumi os riscos. Venho assumindo-os a cada dia. E apesar do desespero inicial e de uma certeza que as asas não funcionarão... elas estão lá, estão sempre lá... e se abrem, e permitem bons vôos... mesmo frente à angústia e o medo de que as coisas podem não dar certo, há muita esperança de que dêm certo. E vão dar, principalmente porque, como nos mantras, acabamos por ser o que acreditamos que somos.

Se essa é a regra, é essa que usarei: nem é tão difícil, amedronta, desafia, faz tremer, mas vale pelo desconhecido e pelas oportunidades que podem surgir.

Quando o que se tem a perder são só algumas lágrimas e o que se ganha é sempre bem maior do que as perdas - porque todas as mudanças e atitudes que se tomam na vida vêm recheadas de ensiamentos - o risco vale a pena, ainda mais quando sabemos que nossa alma não é pequena e que pode semrpe mais.

A conclusão, a sim, era o que faltava, ah, está é simples: sempre sabemos a hora de agir porque na verdade não existe essa hora, ela é criada por nós no momento que decidimos dar o passo rumo ao desconhecido, rumo ao caminho que nem sempre é o mais fácil ou o já trilhado por alguém.

Sabems a hora de agir porque precisamos agir de qualquer maneira, pra fazer a roda da vida girar e quem sabe chegar cada vez mais longe em nossos objetivos.

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